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Falun Gong e o cultivo da mente e do corpo Falun Dafa, também conhecido como Falun Gong (法輪功), é uma prática avançada de cultivo de mente e corpo, composta de cinco exercícios de qigong (chi kung), sendo quatro em pé e um sentado em meditação. Sem adotar formas religiosas, como rituais, adorações, hierarquia e preceitos, a classificação do Falun Dafa se torna difícil nas culturas ocidentais, pois apesar de o objetivo final dos praticantes de Falun dafa ser atingir a Iluminação, ou perfeição espiritual, que é o mesmo objetivo de outras religiões orientais como o Budismo e o Taoismo, esta prática de cultivo interno não pode ser classificada como uma religião ou culto.
Em 1999 o ex-líder do Partido Comunista Chinês (PCC) Jiang Zemin, iniciou uma violenta perseguição aos praticantes de Falun Dafa na China, alegando que a prática seria um culto diabólico, ou uma religião política opositora ao Partido Comunista. A partir daí desencadeou-se uma campanha propagandística massiva e uso dos meios de comunicação, todos totalmente controlados pela ditadura, para denegrir a imagem do Falun Dafa frente a população chinesa, visando justificar a violenta repressão. Desde então milhares de denúncias de praticantes de Falun Dafa sendo demitidos de seus empregos, presos sem julgamento, torturados, enviados a campos de trabalho forçado, executados, seus órgãos extraídos e comercializados em grande escala no mercado negro (fonte: http://www.organharvestinvestigation.net ), e da existência de crematórios humanos têm sido feitas a autoridades de Direitos Humanos fora da China. O número de praticantes mortos por tortura policial até agora comprovado é de 3209 pessoas (fontes: http://www.faluninfo.net/displayAnArticle.asp?ID=9512 e http://clearwisdom.net/emh/special_column/death_cases/death_list.html). |


